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Ciclo de Tertúlias Urbanas promovidas pela Quercus, através do Núcleo Regional de Lisboa
Tertúlia I – Tema: Os Espaços Verdes na Cidade de Lisboa
Oradores: Arq. Paisagista Duarte Mata | Dr. António Prôa
Moderador: Engº Carlos Moura
Tertúlia na Livraria Trama, na Rua São Filipe Nery (ao Rato)


Como é fácil de imaginar, quando os serviços de emergência médica intervêm em acidentes e tentam contactar alguém próximo das vítimas, é difícil saberem a quem.

A solução reside em cada um de nós incluir na agenda do telemóvel o contacto da pessoa a contactar em caso de urgência.

O nome internacional é ICE (= In Case of emergency). Com este número inscreveremos a pessoa com a qual deverão contactar os bombeiros, polícias, INEM, protecção civil…
Quando houver várias opções poderemos assinalá-las como ICE1, ICE2, ICE3, etc.

Depois de resolvidos alguns problemas logísticos, a Comissão Instaladora está a ultimar os preparativos para se fixar na colina.
Prometemos ser breves.


Entretanto, façam o favor de tomar o ascensor até ao Carmo, digam que vão da minha parte e eles oferecem umas castanhas quentinhas.

A história de uma cidade, feita de mosaicos.

De esperanças, como a do Roberto, que trabalha nos Pastéis de Belém e anseia”subir” na casa, ou do teatro de revista, que está tão morto como o Parque Mayer, embora os que lá trabalham queiram acreditar que estão vivos; Os dias do senhor Álvaro taxista, que ao volante sente os dias na “Praça” como num confessionário dos problemas dos fregueses; Um quase-cheiro a mar, a bordo do cacilheiro Eborense; A homenagem a Fernando Pessoa no Chiado, frente à hoje inenarrável Brasileira, ou ainda a impossível vida da dona Amélia, uma sem-abrigo nas arcadas do Terreiro do Paço, cujo retrato nos emociona…

São algumas destas peças que podemos ir vendo no Lisboa 24, um atelier de jornalismo feito por alunos da Nova.
Vale a pena passar por lá e ir ouvindo estas estórias.

É também esta, a Lisboa Menina e Moça, amada – Cidade mulher da minha Vida.

O Sétima Colina mudou-se para aqui, onde está uma brevíssima explicação das razões.
Agradeço a gentileza e o incómodo de actualizar o link.

Até já!

Durante um ano, foram publicados cerca de setenta postas no antigo Sétima Colina. É pouco.
E poucas se idendificam com o espírito que esteve subjacente à criação do blog, daí o relativo desinteresse que se instalou naquele espaço.
Porque continuo com vontade de alimentar o conhecimento sobre a cidade onde nasci, vou tentar fazer melhor neste espaço que no anterior.
Ainda assim, serão aqui republicados os posts que melhor se enquadram no que pretendo seja um espaço de partilha sobre esta Lisboa que eu amo.

Então está bem!

Autor do Blog No Botânico, o Ignacio García Pereda – espanhol com coração lisboeta -, partilhou comigo (em jeito de desafio) a ideia de conseguir pequenas entrevistas a celebridades que tenham sido alunos da Faculdade de Ciências de Lisboa e que,com o seu testemunho, contribuam para a divulgação do Jardim Botânico, tão mal tratado, não só por quem sobre ele tem responsabilidades, como pelos lisboetas, que vivem de costas voltadas para este jardim absolutamente único da nossa cidade.

Vale a pena ler o contributo de Clara Pinto Correia.
Pode ser que um dia destes consiga alimentar a ideia, caro Ignacio.

Exposição de Pintura e Artes Plásticas da Pintora Sofia Leitão no Espaço «O Século – Centro Cultural» – O SÉCULO
Inaugura amanhã e pode ser visitada até 22 de Dezembro, das 14.00 às 20.00 Horas.


Na coluna de ontem do DN, Pedro Rolo Duarte fala de martírio!

Com alguma graça, a referência que não há trânsito a favor, no IC19.
Porém, não refere que o martírio significa um glorioso sinal de desenvolvimento, pelo menos na perspectiva dos responsáveis do poder autárquico e central, que nas últimas décadas deram aos Pimentas & Rendeiros e quejandos a possibilidade de construir monumentais aberrações urbanísticas como Reboleira, Amadora, Massamá, Cacém e Mercês.
Que definitivamente contribuiram para o suplício dos mártires do IC19!
Bem podem alargá-lo para 4 faixas em cada sentido que, se não revolucionarem as acessibilidades, as pessoas vão continuar a sair de casa e entrar na fila!
Continua portanto sem solução, o martírio!

Lisboa assistiu impotente à debandada da malta nova que, ao casar, se viu empurrada para a periferia! E todos os dias os vê atravessar o martírio das obras do túnel do Marquês….

E aqui chegado, PRL afirma: Ora, essa condição natural portuguesa é a mesma que por mim passa diariamente quando atravesso o martírio criado pela “invenção” do túnel do Marquês (a abertura do túnel acabará com o martírio do trânsito no eixo Amoreiras/Marquês?)

Que rotunda observação , meu caro!
O martírio da entrada em Lisboa não foi criado pela invenção do túnel. O túnel foi inventado para acabar com o martírio.
Não fôra o Torquemada-Sá Fernandes, pelo menos nesta altura já o sofrimento não seria tão grande…

 

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