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Tem alguma ideia sobre quando será possível aos cidadãos com mobilidade reduzida terem acesso ao rio, ao longo dos mais de 8 kms entre o Cais do Sodré e Algés?
É que, sabe, não há um único!

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O blog já está a ser alimentado  e centrar-se-á, por enquanto, na so called “requalificação” do jardim,  sobre “a qual” aqui se reproduz o artigo publicado no Público de hoje (link não disponível).

Nenhum jardim Romântico, como o do Príncipe Real, sobreviverá à actual “requalificação” – leia-se transfiguração

No PÚBLICO de 17 de Janeiro, no suplemento Cidades, Ana Vaz Milheiro refere-se ao caso do Jardim do Príncipe Real como um “não caso”, num texto, em estilo de reportagem, que nos merece sérias reservas, tanto mais que a autora apenas ouviu uma das partes em confronto, não respeitando o consagrado princípio do contraditório.

Longe de ser um “não caso”, este processo, por exclusiva culpa da autarquia e do seu pelouro dos espaços verdes, é “o” exemplo perfeito, um caso de estudo, de como não devem ser geridas as relações com os seus munícipes.

O projecto de execução desta obra, de Janeiro de 2009, já previa o abate de 62 árvores, dez das quais no interior do jardim, independentemente do seu estado fitossanitário. A justificação dada para o abate sistemático das árvores de alinhamento – estavam todas doentes – não passou de uma demagógica tentativa de manipular a opinião pública. Na Memória Descritiva do projecto pode ler-se que o arvoredo mantém “um estado sanitário razoável na generalidade”.

Exemplos de incúria e ignorância não faltam. Basta apontar a vontade de substituir as robínias, Robinia pseudoacacia, por árvores da mesma espécie. Será que, dos projectistas às autoridades, ninguém sabe que a plantação dessa espécie infestante é proibida em Portugal? O Igespar parece não o saber ao dar parecer positivo ao projecto. Também a Autoridade Florestal Nacional (AFN), responsável pela autorização de intervenções num raio de 50 metros de árvores classificadas – e neste jardim são seis – e pelo controlo da plantação de infestantes, não emitiu até agora qualquer parecer que se conheça. Reivindicamos, desde o início, uma intervenção digna destas duas entidades reguladoras.

O acompanhamento pela AFN é essencial para a protecção das árvores classifi cadas. A movimentação de máquinas pesadas no interior do jardim, durante meses de elevada pluviosidade e saturação do solo, está a compactar as raízes do arvoredo, comprometendo o seu futuro. Estão, ainda, a ser escavados roços com um metro de profundidade junto ao tronco não protegido das figueiras classificadas, arriscando o corte das suas raízes. Tudo isto deveria ter sido acautelado.

A escolha dos lódãos, Celtis australis, como árvores de alinhamento nunca esteve no centro da polémica. Nunca questionámos esta opção, mas sim o abate indiscriminado de 49 árvores e a intenção de abater mais 13, o que queremos evitar. O desaparecimento destas árvores adultas num curto espaço de tempo teve e terá um forte impacto no ambiente do jardim e não está prevista no projecto a sua total substituição. Igualmente nos preocupa a ausência de visão de futuro: que árvores estão a ser preparadas para substituírem as actuais árvores classifi cadas daqui a 50 anos?

A petição online, de 24 de Novembro, que recolheu 2400 assinaturas, mais não pretendeu do que ser um instrumento de alerta para a defesa do jardim e exigir dos responsáveis o exercício dos direitos de informação e de participação legalmente consagrados. Não foi lançada a despeito de quaisquer esclarecimentos, nunca tornados públicos.

O perigo nela apontado da descaracterização do jardim está, infelizmente, a verifi car-se, como aconteceu no Jardim de S. Pedro de Alcântara, um dos históricos passeios públicos de Lisboa, transformado num terreiro “transparente”.

O calcetamento das áreas verdes a poente do jardim e o desprezo a que é votado o antigo pavilhão do jardineiro, em estilo revivalista do período Romântico, mantido como casa-de-banho da esplanada, apesar do “restauro exemplar” agora em curso, reforçam a descaracterização de todo este espaço. Nenhum jardim Romântico, como o do Príncipe Real, sobreviverá, como tal, à actual “requalificação” – leia-se transfiguração.

Pl`os Amigos do Príncipe Real
Jorge T. Pinto

Na passada Quarta-feira, 27 de Janeiro de 2010, este era o cenário no acesso à Esplanada do Príncipe Real. Apesar da proximidade das figueiras e araucária classificadas – 4 árvores classificadas muito próximo uma das outras – não foi procurada uma solução alternativa para os a passagem de cabos.

Abriu-se um roço de 1 metro, colocou-se uma manilha de betão onde antes havia raízes de figueira, passaram-se cabos, usou-se uma compactadora para compactar o solo – apesar de se estar em cima do sistema radicular das figueiras – e hoje já tudo deve estar tapado como se não se tivesse passado nada.

Mas passou. E, infelizmente, as árvores vão senti-lo. As árvores não morrem de um dia para o outro, nem de um mês para o outro, e muitas vezes nem de um ano para o outro. Mas estas intervenções aceleram o envelhecimento precoce destas árvores.

Já se tinha visto um escavadora gigantesca por cima de todo o jardim, em período de grande pluviosidade e solos saturados de água. O resultado foi a compactação do solo, com efeitos nefastos nas raízes do arvoredo. Também já se tinham registado danos directos à copa e raízes acima do solo das figueiras classificadas. E, agora, isto.

O problema das obras do Jardim do Príncipe Real passa não só pelo conteúdo mas também pelo processo. Bastaria ter havido a intervenção digna de alguém que perceba de árvores de grande porte e facilmente se tinham encontrado soluções alternativas.

Mas a Câmara Municipal de Lisboa tudo sabe e tudo pode. E assim se vai destruindo o nosso património.

Rui Pedro Lérias, “Amigos do Príncipe Real

Vai ter lugar no próximo Domingo, 31 de Janeiro de 2010, pelas 11h30, uma visita guiada ao Jardim do Príncipe Real. Esta visita é promovida pelo grupo “Amigos do Príncipe Real”, é gratuita, e tem como objectivo dar a conhecer as características do jardim e as alterações que a Câmara Municipal de Lisboa está a implementar. A visita durará cerca de uma hora.

Os “Amigos do Príncipe Real” consideram esta visita a melhor forma de explicar as razões que nos têm oposto e que nos continuam a opor à intervenção da CML, ao mesmo tempo que viajamos da Grécia à Nova Caledónia, visitando as árvores do jardim. Sabe, por exemplo, porque é o Cedro do Buçaco duas vezes mentiroso? E sabe que está previsto o abate de 62 árvores no jardim desde Janeiro de 2009 e que a CML quer plantar árvores cuja plantação é ilegal em Portugal?

Venha visitar o jardim connosco. Domingo, 31/Jan/2010, às 11h30. Encontro no acesso à Esplanada do Príncipe Real.

  • Como é com o Campo das Cebolas? Há concurso público? Há estacionamento subterrâneo?
  • Os edifícios classificados IIP e/ou inventariados no PDM passam a ser preservados de facto e o seu esventramento impedido?
  • Avançam ou não avançam as obras de reabilitação do Capitólio?
  • Acaba-se o esventramento de Monsanto e o rumo passa a ser o aumento da zona verde?
  • E o clube de tiro, sai ou não sai?
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  • A CML vai, finalmente, impor-se ao Metro e à Carris, ou tudo vai continuar como sempre foi?
  • Contentores vs. cruzeiros, quem fica com Alcântara?
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  • Vai haver um plano integrado de recuperação dos logradouros públicos, sem ser com vista a estacionamento automóvel?
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  • Lisboa vai ficar a saber o que de facto vai ser feito na Boa Hora, na Penitenciária e nos ex-Hospitais Civis de Lisboa?
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  • Vai-se continuar no equívoco de que para cada lisboeta tem que haver um lugar de estacionamento?
  • Os projectos arquitectónicos vão estar disponíveis para consulta pública antes de serem votados em reunião de CML?
  • Vai haver respeito pelo mobiliário urbano de época (candeeiros, bancos, chafarizes)?
  • A CML inicia ou não o resgate do Odéon para os lisboetas?
  • Vai haver túneis na Duque de Loulé? E no Saldanha?
  • Haverá alguém que se lembre, finalmente, que a Linha de Cintura é, já de si, a melhor rede possível de metro de superfície?
  • O Largo do Rato irá finalmente ser reformulado, estética e funcionalmente?
  • O eléctrico 24 irá ser finalmente reaberto, circulando do Cais do Sodré às Amoreiras, com extensão ao Carmo?
  • O Campo Grande vai ou não vai ser intervencionado, de cima a baixo?
  • Alguém fará um quadro comparativo dos custos de oportunidade de IPO na Praça de Espanha vs. IPO em Chelas?
  • Será tornada pública a análise custo/benefício de uma TTT em ponte e em túnel?
  • O Intendente deixará de ser uma das chagas de Lisboa?
  • Haverá mais força para se finalizar o Palácio da Ajuda?
  • Vão mudar os arquitectos do regime?
  • As Zonas 30 vão fazer parte do dia-a-dia da maior parte dos bairros, ou não se vai passar de experiências-piloto?
  • A Rua de São José vai ser intervencionada ou não?
  • Alguém consegue fazer ver à Frente Tejo que os 2 degraus do Terreiro do Paço ainda são demais?
  • Alguém consegue fazer ver à Frente Tejo que as “cartas de marear” nos passeios laterais serão um elemento espúreo?
  • Será que a CML vai, finalmente, corrigir o poço de ventilação no Rossio e apresentar a factura ao Metro?
  • Quantas mais suspensões ao PDM vão ser efectuadas?
  • Será possível conhecer quem são os donos da esmagadora maioria dos prédios abandonados e dos terrenos expectantes em Lisboa?
  • Lisboa vai ter as esplanadas disciplinadas, os “mupis” corrigidos e a calçada portuguesa arranjada?
  • Vai ser tornado público o cronograma de intervenções no Nó de Alcântara?
  • Vai haver bom senso na questão dos Coches?
  • A CML vai decidir o que fazer às piscinas municipais de Areeiro, Campo Grande e Olivais, cujos concursos ficaram desertos?

Twittes coligidos @cidadanialx

Devo confessar que a visita ao Edifício da Junta de Santa Isabel foi, para mim, foi uma revelação!
Não tenho experiência destas coisas, tão só alguma sensibilidade enquanto cidadão interessado com o que de bom e menos bom acontece com o meu semelhante.
O edifício é extraordinário. Não conheço a história porque nunca morei em Santa Isabel, mas o edifício é enorme.
Em potencial de utilização e de problemas para resolver.
Tenho muita dificuldade em entender como foi possível ter chegado a um tão deplorável estado de degradação. A incúria de quem tido responsabilidades na Junta ao longo dos anos deve ser penalizada.
Não faz qualquer espécie de sentido outra coisa que não seja o atendimento no rés-do-chão. Obrigar os utentes a subir dois andares de um edifício antigo é desumano (o elevador, segundo fui informado, funciona mal).

Ainda no rés-do-chão:
- na esquina do edifício há um espaço magnífico (mas vazio) que inclui uma mezzanine e que faz todo o sentido ser uitilizado pelos jovens, quer da freguesia, quer das escolas, pois existem recursos humanos para o dinamizar.
- entrámos no Centro de Dia em plena hora de almoço. Vê-se que os idosos se sentem bem e que convivem. Serve almoços e lanches e presta algum apoio domiciliário, mas tem debilidades: a cozinha, asseada, tem poucos recursos, as funcionárias têm deficientes condições de trabalho e das casas de banho só uma funciona. Faltam valências como espaços de lazer e convívio.

No primeiro andar, o único espaço ocupado está bem cuidado e é composto por 3 salas bem organizadas mas um delas é o salão nobre.
Não faz sentido, mas do meu ponto de vista não é a primeira prioridade desalojar a CPJR (Comissão de Protecção de Jovens em Risco)
O resto do interior do primeiro piso é inenarrável – salas abandonadas (pelo Grémio), cheias de entulho. Dói só de imaginar a quantidade de serviços de apoio ao freguês que podem ser potenciados neste edifício onde, pura e simplesmente, vemos salas e salas vazias.
Na parte traseira existe um páteo com potencial, um armazém onde já funcionou o ginásio e que tem potencial para actividades e um anexo onde um colaborador muito interessado promove algumas actividades para crianças até aos 12 anos. O anexo tem fracas condições e um acesso com algum risco para os miudos.

No segundo piso estão a sala de atendimento e a dos 3 funcionários, com boas condições. A sala do Executivo e do Presidente são contíguas. As restantes salas estão vazias e sujas. Não se compreende!

O terceiro piso tem duas salas de arquivo, uma sala com uma “biblioteca” começada, uma sala com sapatos velhos, roupas velhas empilhadas no corredor, uma sala de estudo para miudos que mais parece a sala de castigo e mais uma sala para música.
As restantes, “ao contrário” das do segundo piso, estão sujas e vazias.

Em resumo:
Do enorme edifício teremos, no máximo, uma taxa de ocupação de 25%.
Imaginar o potencial desperdiçado é criminoso!
É fundamental criar uma equipa pluridisciplinar para explorar todo o potencial do edifício e criar condições para fazer deste edifício um espaço verdadeiramente ao serviço da população.

Acesso - Rua Saraiva de Carvalho, n.º 4 – 10; Rua de São Joaquim

Protecção - Incluído, parcialmente, na Zona de Protecção do Antigo Liceu de Pedro Nunes (v. PT031106300502)
Enquadramento – Urbano, rematando quarteirão (definido pela Rua Saraiva de Carvalho e Rua de São Joaquim) correspondendo a um alargamento de uma artéria principal do bairro. Na proximidade da Igreja de Santa Isabel (v. PT031106300652) e em posição fronteira do Palácio do Barão de Linhó (v. PT031106300653)

Descrição - Planta rectangular, massa simples paralelepipédica, cobertura efectuada por telhado a 3 águas, e por janelas trapeiras, do lado SO.. De 4 pisos (um deles ao nível da cobertura), o edifício exibe alçados mais visíveis integralmente revestidos a azulejo policromo de padrão de fabrico industrial (alçado principal e lateral NO.) e os alçados lateral SE. e posterior, em reboco pintado, com cunhais de cantaria. Marcado pela abertura de vãos com emolduramento simples de cantaria, a ritmo regular, alçado principal a SO., com piso térreo rasgado pela abertura de 2 portais, sensivelmente a eixo (e um outro no extremo O.) e janelas de peito de verga curva. Separado por friso de cantaria, o andar nobre diferencia-se pela morfologia dos vãos, aqui definidos por janelas de sacada de verga recta (servidas por varandins com base em cantaria e guarda metálica em ferro fundido) intercaladas com 2 janelas rectangulares de peito. O último andar é assinalado por janelas de peito, também observadas no alçado lateral NO.(com embasamento reforçado por contraforte). O edífício é superiormente rematado por cornija, acima da qual se eleva platibanda em muro (interrompida ao nível do alçado principal por 2 trapeiras). O alçado posterior, articula com terraço de planta rectangular, podendo reconhecer-se parte do antigo terraço, composto por zona delimitada por muro revestido a azulejo oitocentista de padrão, com conversadeiras, disposta contiguamente ao referido alçado *1. Com acesso principal coincidente com o portal mais a E., no INTERIOR reconhecem-se como principais elementos de distribuição e organização da compartimentação interna *2, vestíbulo de planta rectangular articulado, por meio de arco de volta perfeita em cantaria, com caixa de escada, que integra escadaria conducente aos pisos superiores.Ao nível do 3º andar, no extremo No. regista-se escada de serviço articulada com clarabóia, que assegura o acesso aos compartimentos localizados ao nível da cobertura. Do conjunto destaca-se a caixa da escada, com clarabóia, cujos muros se apresentam animados por pintura decorativa em trompe l’oeil e de marmoreados. Nos 2 pisos superiores, articulados por meio de escadaria de lanços rectos opostos com patamares intermédios e guarda metálica, merecem atenção os compartimentos orientados para o alçado principal e alçado lateral NO., pelas decorações dos tectos – ora pintados ora com estuques de baixo relevo.

Cronologia - Séc. 19, 2ª metade – contrução do edifício, destinado a residência de José António Ferreira de Lima (1808 – 1883), 1º visconde de Ferreira de Lima desde 1880, e de sua esposa, D. Amélia Augusta de Campos; 1883 – por falecimento do 1º visconde, o imóvel passa para a posse de seu filho primogénito e herdeiro, Francisco de Campos Ferreira de Lima (1860 – 1946), 2º visconde; 1946 – por falecimento do 2º visconde, o palacete torna-se propriedade de seu filho e herdeiro, José de Amorim Ferreira Lima (1893 – 1967?), 3º visconde; 1966 – por doença do proprietário é instalado um ascensor no interior do edifício; década de 80 – funciona no edifício o Grémio de Instrução Liberal de Campo de Ourique; década de 90 – instala-se no imóvel a Junta de Freguesia de Santa Isabel.

Tipologia - Arquitectura civil, romântica. Palacete urbano oitocentista burguês, definido por massa compacta paralelepipédica, com 4 pisos (um deles ao nível da cobertura). O palacete constitui-se como paradigma do típico palacete urbano oitocentista burguês, cuja tipologia concilia soluções ainda características do palácio setecentista, com outras dos prédios de rendimento, entretanto em expansão e específicos do século 19.

Características Particulares – Esta edificação resulta da conjugação de elementos característicos do palácio setecentista – especialmente no que respeita à presença de uma escadaria enquantoprincipal elemento plástico, decorativo e gerador da distribuição interna, ou de cocheiras ao nível do piso térreo *3 – com outras dos prédios de rendimento – observáveis ao nível da organização dos alçados (que exibem revestimento a azulejo policromo de produção industria ) e do interior que, dado o desenvolvimento do edifício sobretudo no sentido vertical, obriga à distribuição dos principais compartimentos pelo 1º e 2º andar, diferenciados por um tratamento mais elaborado dos tectos, com recurso ora à pintura decorativa ora a estuques de baixo relevo.

Dados Técnicos – Paredes autoportantes.Materiais - Alvenaria mista, reboco pintado, cantaria de calcário, estuque, ferro forjado, madeira, vidro, azulejos.

Intervenção Realizada – PROPRIETÁRIO: 1926, Novembro – reparações interiores e exteriores de um muro do quintal; 1938, Abril – reparação da cobertura; 1941, Fevereiro – recolocação de azulejos na fachada; 1943, Julho – obras gerais de beneficiação; 1947, Junho – projecto de alterações exteriores e interiores; 1957, Julho – alteração de vãos de porta e de janela; 1958, Junho – pintura exterior das portas de acesso; 1960, Maio – obras de beneficiação e limpeza geral; 1966, Dezembro – montagem de ascensor; 1967, Maio – obras simples de conservação; 1968, Julho – obras gerais de beneficiação e limpeza.

Observações
*1 – neste existe ainda um lago que se encontra entaipado, dadas as actuais funções do mesmo, destinado a zona para crianças. *2 – na sequência da demolição de algumas paredes e construção de outras, bem como da necessidade de adaptação à actual ocupação do imóvel, é difícil reconhecer com clareza, o tipo primitivo de organização do mesmo. *3 – ainda existentes na década de 70 e entretanto demolidas.

 

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